Estudos como este permitem uma análise crítica e fundamentada sobre os desafios e avanços na área da saúde.
Além de não reajustarem os contratos em valores mínimos, as operadoras de saúde impõem reajustes negativos e deflatores que sistematicamente corroem a remuneração médica.
O mercado que cobra melhoria assistencial depreciou sistematicamente a mão de obra médica ao longo dos anos, a ponto de remunerar uma consulta em 6% daquilo que de fato esse profissional deveria receber.
Além da luta dos profissionais da área médica em receber regularmente seus honorários, somam-se a ausência de aplicação de reajustes, a arbitrariedade das glosas, a imposição de juntas médicas de duvidosa postura e os atrasos perpetrados pelos tomadores de serviço para remunerar de forma digna esse profissional.