A holding familiar é uma estrutura jurídica capaz de proteger o patrimônio, preparar sua transmissão aos herdeiros e gerar uma boa economia na rentabilidade dos bens e no pagamento de tributos.
Além de não reajustarem os contratos em valores mínimos, as operadoras de saúde impõem reajustes negativos e deflatores que sistematicamente corroem a remuneração médica.
Todo o esforço para a reconstrução do Rio Grande do Sul merece aplauso e toda a ajuda será benvinda. O que não pode haver é a utilização de um momento tão crítico para campanha eleitoral e busca de capital político
Vivemos tempos estranhos de ausência de segurança jurídica, desarmonia de poderes e relativização da coisa julgada.
O mercado que cobra melhoria assistencial depreciou sistematicamente a mão de obra médica ao longo dos anos, a ponto de remunerar uma consulta em 6% daquilo que de fato esse profissional deveria receber.
É questão recorrente nos tribunais e no universo da assistência à saúde, investigar a quem cabe a responsabilidade diante de um evento adverso, sobretudo pela quantidade de atores envolvidos.
Além da luta dos profissionais da área médica em receber regularmente seus honorários, somam-se a ausência de aplicação de reajustes, a arbitrariedade das glosas, a imposição de juntas médicas de duvidosa postura e os atrasos perpetrados pelos tomadores de serviço para remunerar de forma digna esse profissional.
Lançamento do livro “Reflexões em Década”, obra que reúne dez anos de artigos sobre assuntos jurídicos, pensamentos e visão de mundo de Valério Ribeiro.
Análise sobre a Resolução CFM 2.371/2023, de 16 de novembro de 2023, que regulamenta os procedimentos invasivos realizados de forma coletiva, nos chamados “mutirões” de cirurgias eletivas.